31 de janeiro de 2011
Por: Haroldo Lima


 

– Sejam todos bem vindos ao SINASEFE! Sua participação faz a diferença!

 

– A legitimidade na ocupação do cargo de diretor nos campi do Ifes passa pelo processo eleitoral.

– A transparência da gestão do Ifes é obrigação legal.

– O exame periódico garante ao servidor acompanhamento do seu estado de saúde no exercício de suas atividades.

– Os direitos dos servidores serão garantidos pela sua capacidade de organização e mobilização.

– O direito às 6 horas de trabalho é garantido por lei e depende de deliberação da reitoria. Razões não faltam para o exercício desse direito: 1º) melhoria da qualidade de vida do servidor; 2º) a produtividade é garantida pelo avanço tecnológico; 3º) a redução da carga horária de trabalho é luta desse novo momento histórico que vive a classe trabalhadora.

– A paridade e a integralidade salarial entre servidores ativos e aposentados dependem da nossa capacidade de formulação, de intervenção junto ao Congresso e de diálogo construtivo com a sociedade.

– O Plano de Saúde Brasil (consórcio que reúne várias operadoras de plano de saúde) está em pleno funcionamento dependendo apenas do empenho da reitoria de solicitar sua adesão para beneficiar os servidores do Ifes.

– O MEC, em reunião com o SINASEFE-DN, comprometeu-se em promover estudos para regulamentar a situação que envolver os cursos de pós-graduação nos países do Mercosul. Não podemos ficar de braços cruzados esperando. Mobilizar-se é importante.

– A eleição para a CIS (Comissão Interna de Sistematização) é importante para que direitos sejam efetivados.

– É preciso readequar a CPPD (Comissão de Permanente de Pessoal Docente), considerando a lei de criação dos institutos federais, para atender as novas necessidades institucionais. Cabe a CPPD apreciar os assuntos concernentes: a)
à alteração do regime de trabalho dos docentes; 2) à avaliação do desempenho para a programação funcional dos docentes; 3) aos processos de ascensão funcional por titulação. Além disso, desenvolver estudos e análises que permitam fornecer subsídios para fixação, aperfeiçoamento e modificação da política de pessoal docente e seus instrumentos. “Os Plano das Carreiras docente e técnica-administrativa, ainda que bem estruturados tem o problema: a tabela de vencimentos. Em função desta situação as Instituições Federais de Ensino tem perdido excelentes profissionais para outras carreiras públicas e para a iniciativa privada.

E pior, o esforço despendido na realização de um concurso público para essa categoria é frustrante para o gestor quando não aparecem candidatos; quando se confirma o baixo nível

dos candidatos interessados ou quando, após a nomeação, a rápida passagem pela Instituição. Não há como reter essa mão de obra qualificada. Diante deste cenário as IFES não conseguem mais formar grupos técnicos e a situação atual é de um fosso qualitativo enorme entre os poucos que ingressam e os que ainda permanecem.”

 

Vitória-ES, 28 de janeiro de 2011. 

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