3 de novembro de 2009
Por: Haroldo Lima


A gestão democrática se realiza com ações amplamente debatidas por instância política e independente que representa os servidores. O sindicato é a instância por excelência e tradicional da luta da categoria. A transparência das instituições públicas é objetivo constitucional e o controle social dos processos decisórios deve ser exigido pelos servidores que, enquanto trabalhadores organizados e conscientes de seu papel na sociedade, devem atuar na defesa de seus interesses corporativistas sem perder a perspectiva dos direitos de cidadania dos que não são funcionários públicos. O Ifes deve caminhar de braços dados com apelos democráticos e de aprofundamento da cidadania. Ao mesmo tempo em que a escola influencia e é influenciada pela sociedade, num processo dialético. O caminho democrático nesta perspectiva não é linear ou progressista. O retrocesso político é um fantasma que se apresenta de tempos em tempos em forma de desconsideração da organização política do servidor. A democracia pressupõe o conflito e sua superação. Negar o conflito, ou não enfrentá-lo, é negar a própria democracia. No caso do Ifes quando Servidor, Reitoria e Sindicato entrelaçam-se na busca de alternativa dos encaminhamentos decisórios e os resultados contemplam os três seguimentos, então neste caso temos a gestão democrática em ação, ou melhor, sendo praticada. A prática autoritária é percebida pelo descumprimento do amplo debate pelas instâncias deliberativas. O SINASEFE será sempre um intransigente defensor da GESTÃO DEMOCRÁTICA, significando transparência na aplicação dos recursos e na defesa da construção coletiva de decisões. Essa defesa da gestão democrática será sempre meta interna e externa ao próprio SINASEFE. Daí nosso compromisso na LUTA POR ELEIÇÃO PARA DIRETORES E REITOR DO IFES e para ORGÃOS COLEGIADOS.

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