28 de junho de 2012
Por: Haroldo Lima


Um protesto contra a política financeira do governo federal de privilegiar banqueiros e setores empresariais em detrimento da educação federal pública. Essa foi a atividade unificada que servidores técnicos administrativos, professores e estudantes das universidades públicas e dos institutos federais realizaram na manhã desta quinta-feira (28) em várias capitais. O local escolhido foi a frente do Banco Central do Brasil, em Brasília, e em frente às suas filiais em várias capitais de estados.

Onde não havia Bacen, os manifestantes se posicionaram em frente a agências do Banco do Brasil e denunciaram a destinação de 47,19% dos recursos públicos para juros e amortização da dívida e a aplicação de apenas 3,18% da previsão orçamentária em educação. Essa política financeira, que privilegia os bancos em detrimento dos serviços públicos, é um dos problemas do setor da educação que unifica professores, técnicos administrativos e estudantes, cuja greve já ultrapassa os 30 dias.

No ato unificado foi organizado pelo Sinasefe, Andes-SN, Fasubra e movimento estudantil em greve, manifestantes criticaram a atitude dos deputados federais de aprovarem a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para implantação em 10 anos. “A gente quer esse recurso é agora. É 10% do PIB para a educação pública já!”, disse representante da Paraíba no Comando Nacional de Greve (CNG) do Sinasefe.

Texto e foto via Sinasefe Nacional.

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