30 de abril de 2013
Por: Haroldo Lima


Déficit de professores, evasão escolar e problemas de infraestrutura, são alguns dos problemas dos Institutos Federais de Ciência e Tecnologia, em todo o país

. O diagnóstico está no relatório de uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). A auditoria do órgão foi realizada entre agosto de 2011 e abril de 2012.

No Amapá, a carência de professores identificada pela auditoria é superior a 35%. Distrito Federal e Acre lideram a lista de maior carência de professores, com 40% das vagas ociosas. Situação de precariedade semelhante é encontrada em estados como Mato Grosso do Sul (38%), e São Paulo (32%).

Para debater essa situação e encontrar alternativas para amenizar o problema, o senador Randolfe aprovou nesta semana, um requerimento na Comissão de Educação (CE) do Senado, propondo Audiência Pública sobre o tema. A data será definida na próxima semana. A baixa remuneração é apontada como fonte de insatisfação por 68% dos professores e 64% dos pró-reitores ouvidos pelo TCU.

Para Randolfe, a discussão é de extrema importância e atende uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), que tramita no Senado. “Uma das metas do PNE é justamente a expansão do atendimento de ensino profissionalizante em nosso país. Toda a expansão deve ter a preocupação com o acesso, mas ao mesmo tempo, estar atenta a manutenção de um padrão de qualidade no atendimento”, destaca o senador.

Debatedores

O requerimento aprovado sugere que sejam convidados, Marco Antonio de Oliveira – Secretário da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do MEC; Caio Mário Bueno da Silva – Presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica; William do Nascimento Carvalho – Coordenador do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológico e Augusto Nardes – Ministro Presidente do Tribunal de Contas da União.

 

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