10 de novembro de 2017
Por: Comunicação


Sindicato participou de duas manifestações na Praça de Jucutuquara, às 14 horas, e na Ufes, às 17 horas, contra as reformas Trabalhista e da Previdência e os ataques aos servidores e servidoras públicos

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Nesta sexta-feira, 10, o Sinasefe Seção Ifes participou de dois atos – um na Praça de Jucutuquara, às 14 horas, e o outro na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), às 17 horas, em Vitória – em protesto contra as medidas do governo de Michel Temer, que retiram direitos da classe trabalhadora e precarizam o serviço público.

Organizada pelas centrais sindicais, as manifestações fortaleceram a luta do “10 de novembro – Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Direitos”. Houve protestos em todo Brasil contra a Reforma Trabalhista e da Previdência e os ataques aos servidoras e servidores públicos. Clique aqui e saiba mais.

Jucutuquara

O primeiro ato, que aconteceu às 14 horas, na Praça de Jucutuquara, próximo ao Ifes Campus Vitória, contou com a presença de coordenadores do Sinasefe Seção Ifes, técnicos administrados (TAEs), docentes e estudantes do instituto.

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Os presentes denunciaram à população o descaso do governo com a educação pública e o desmonte dos Ifes, com a redução da verba para investimentos e a permanência dos alunos no instituto. Eles defenderam uma educação pública e de qualidade.

O coordenador de Formação Política e Formação Sindical, Clerio Lucas Guaitolini, destacou que o governo retira direitos da população para o enriquecimento de banqueiros e de grandes grupos empresariais internacionais, com o Sistema da Dívida Pública.

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“Nós estamos fazendo esse ato em todo o Brasil contra todas as reformas do governo, retirada dos direitos e pela prisão dessa quadrilha que está posta no Governo Federal. Estão sugando todos os recursos com a desculpa para pagar juros da dívida. Uma dívida falsa e fraudulenta que consome quase 50% dos recursos do país para pagar juros aos banqueiros”, disse Guaitolini. Clique aqui e saiba mais.

Reformas

Clerio também destacou que as reformas propostas pelo governo possuem o objetivo de escravizar a classe trabalhadora e não “flexibilizar”.

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“No dia 11 de novembro começa a valer a Reforma Trabalhista, que não é reforma, porque reforma é para consertar e não para destruir. Querem tirar todos os direitos dos trabalhadores, como o 13º terceiro, direito a aposentadoria, implantar contrato intermitente – com o qual o trabalhador passará a receber R$ 4,45 por hora. Usam o discurso de que nos Estados Unidos da América é assim. Mentira! Lá o trabalhador receber nove dólares por hora, que dá mais de R$ 30. Querem escravizar toda a classe trabalhadora”, denunciou Clerio.

Ele também chamou a atenção para a Reforma da Previdência que está sendo discutida no congresso. “Além de precarizar as condições de trabalho dos brasileiros, querem nos colocar para trabalhar até a morte”, expôs o coordenador.

Segundo ato

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Com concentração na Ufes, às 17 horas, o segundo ato reuniu categorias profissionais, movimentos sociais e estudantis, representantes de entidades sindicais e das centrais sindicais.

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Os manifestantes marcharam, com cartazes e palavras de ordem, pela Avenida Reta da Penha em protesto contra todos os retrocessos do governo, até o prédio da Petrobrás.

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