7 de novembro de 2017
Por: Comunicação


O movimento visa enfrentar as medidas do governo Temer que retiram direitos da classe trabalhadora e o sucamento do serviço público

10_setembro_2017

O Sinasefe Seção Ifes protocolou nesta terça-feira, 07, dois ofícios (nº 347 e 348 de 2017), junto à reitoria do Instituto e a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

O documento comunica sobre as 24 horas de paralisação da categoria nos campi do Ifes (servidores do Instituto) e na Ufes (servidores do Centro de Educação Infantil – Criarte), que acontecerá nesta sexta-feira, “10 de novembro – Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Direitos”.

Clique aqui e confira o Ofício nº 347/2017 – Ifes.
Clique aqui e confira o Ofício nº 348/2017 – Ufes.

Organizado pelas centrais sindicais, o movimento visa o enfrentamento ao sucateamento do serviço público e às medidas do governo Temer que retiram direitos da classe trabalhadora. Como é o caso da reformas trabalhistas e da previdência, lei da terceirização, Emenda Constitucional nº 95 (EC 95/2016) – que congela os gastos públicos para os próximos 20 anos – e da Portaria nº 1.129 – que dificulta o combate ao trabalho escravo no Brasil.

A adesão ao movimento foi aprovado em assembleia geral, realizada no dia 27 de outubro, no Teatro do Ifes, no bairro Jucutuquara, em Vitória. Clique aqui e saiba mais.

Clique aqui e sabia mais sobre o 10 de novembro – Dia Nacional de lutas!

Reforma Trabalhista

A reforma trabalhista, sancionada pelo presidente Michel Temer no dia 13 de julho, entrará em vigor no próximo dia 11 de novembro.

Entre as mudanças, será permito aos patrões o parcelamento das férias dos funcionários e funcionárias em até três vezes, a permissão de que grávidas possam trabalhar em lugares insalubres, a criação da jornada de trabalho intermitente, dentre outras medidas que precarizam as condições de trabalho da classe trabalhadora.

Mais ataques

Além da precarização das condições de trabalho dos servidores públicos, no último dia 30 de outubro, o presidente Temer editou a Medida Provisória (MP) nº 805/2017 que aumenta a contribuição previdenciária do servidor de 11% para 14%.

E, por meio da MP 805/2017, existe a possibilidade do governo congelar o salário dos servidores públicos por um ano, com o adiamento de reajustes. Clique aqui e saiba mais.

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