1 de junho de 2012
Por: Haroldo Lima


Com menos de 10% dos servidores do Campus Vitória presentes, 53 assinaturas, a Assembleia Local realizada na tarde desta sexta-feira indicou por não apoiar a greve nacional da educação. Os presentes no espaço discutiram a conjuntura política e econômica brasileira para adesão ao movimento paredista a partir de explanações feitas pelo Sinasefe e proposições dos docentes e técnico-administrativos que compareceram ao espaço. Vários alunos do campus acompanharam com atenção a reunião de professores.

A assembleia começou com informes gerais sobre a disponibilização de plano de saúde via Sindicato e seguiu para análise de conjuntura. O docente e coordenador geral do Sinasefe, Gutenberg de Almeida, fez uma retrospectiva da mobilização do Sinasefe desde a greve de 2011.

Gutenberg ressaltou que a unificação dos trabalhadores brasileiros da educação é inédito desde a greve de 2002. “A greve que está sendo construída não é mais da Andes, Fasubra ou Sinasefe, é um movimento unificado pela educação brasileira”.

Após intervenções de diversos servidores, a mesa solicitou aos servidores presentes que opinassem por meio de voto se apoiam ou não à greve, sob o indicativo de 13 de junho. Por contraste, os servidores orientaram pelo não.

Na segunda-feira (4), a Assembleia Geral Extraordinária vai reunir servidores de todos os campi no campus Vitória mara deliberar a postura definitiva da Seção Ifes no movimento de forma definitiva. Participe!  A assembleia acontece no Teatro do Ifes, com primeira chamada às 16h30.

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