19 de julho de 2019
Por: Comunicação


A conjuntura, que já estava difícil depois da aprovação em 1º turno da Reforma da Previdência (PEC 6/2019), se complexificou muito e, mais do que nunca

O governo Bolsonaro, por intermédio do Ministério da Educação (MEC), apresentou nesta semana um novo ataque à Educação Pública. Em síntese, o ministro Abraham Weintraub propôs desresponsabilizar o Estado sobre o financiamento das IFEs e chamou essa ideia de Future-se.

A conjuntura, que já estava difícil depois da aprovação em 1º turno da Reforma da Previdência (PEC 6/2019), se complexificou muito e, mais do que nunca, precisaremos de unidade para resistir e derrotar os ataques contra a Educação Pública!

No tiroteio de notícias entusiasmadas na imprensa sobre o Programa do MEC – que Weintraub diz ser para adesão voluntária, mas que sabemos que a EC 95/2016 e que os cortes/contingenciamentos de verbas praticamente forçarão as reitorias à compra desta ideia – o SINASEFE lança suas primeiras análises do Future-se.

No vídeo acima, o coordenador geral do sindicato, David Lobão, gravou suas primeiras impressões do Future-se em visita à base do Sinasefe IFS-SE. “O Future-se põe fim às carreiras do EBTT e do PCCTAE, porque não vai mais haver esse regime de contratação, vão passar a contratar os trabalhadores pela iniciativa privada”, alertou Lobão, que também apontou que um dos objetivos do Programa é despopularizar as IFEs e retrocedê-las ao seu período de elitização, onde os filhos da classe trabalhadora não tinham acesso ao ensino superior público e de qualidade.

Em continuidade às primeiras impressões do Programa, realizaremos na tarde de hoje (18/07), a partir das 15 horas, uma transmissão ao vivo, com diretores do Andes-SN, da Fasubra e do SINASEFE (Camila Marques), tendo como foco de abordagem os ataques contidos no texto do Future-se. Assista em www.facebook.com/sinasefe.nacional.

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Fonte: Sinasefe.

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