13 de janeiro de 2020
Por: Comunicação



Encontro contou, ainda, com informes sobre o Calendário Nacional de Mobilizações e debate sobre as estratégias de ataque do bolsonarismo à Educação

O SInasefe Seção Ifes realizou a primeira assembleia geral de 2020 na sexta-feira, 10 de janeiro, no campus Vitória. Entre os pontos de pauta estava a escolha das/os filiadas/os que participarão do II Seminário de Carreiras do Sinasefe, que será realizado entre os dias 7 e 9 de fevereiro, no campus Tijuca do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro.

Foram escolhidas/os pelas/os presentes Manoel Tadeu Alves dos Santos (docente), Elias Mattiuzzi Pereira (CIS), Ana Paula Brasil (CIS), Norma Pignaton (TAE), Sergio Taquini (TAE) e Eduardo Sofiati (TAE). Além deles, outros nove integrantes do GT PCCTAE irão ao evento: Aliomar da Silva (pelo Sinasefe Nacional), Adenilson Guasti Castro, Clério Lucas Guaitolini, Enos da Cunha, Ítalo Severo Sans Inglez, Julio Cesar Bello, Lucia Helena Pazini de Souza, Roberto Wallace Viana e Wagner Scopel.

A assembleia endossou, ainda, novos nomes de servidoras/es que solicitaram a entrada no Grupo de Trabalho PCCTAE: Wagner Scopel Falcão, Norma Pignaton, Eduardo Sofiate, Josué Rego, e Sergio Taquini.

Mobilizações

A mesa deu informes aos presentes, entre eles a reunião da Direção Nacional do Sinasefe que acontece nos dias 15 e 16 de janeiro com convocação para que membros da diretoria da Seção Ifes estejam em Brasília para o encontro. Além disso, foi apresentado o calendário de mobilização do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Federais (Fonasefe) que prevê, para o dia 10 de fevereiro, uma reunião ampliada da entidade; para o dia 12 está planejado o lançamento da Campanha Salarial 2020; e para 18 de março está prevista uma Greve Geral das/os Servidoras/es Públicas/os.

No calendário do Fonasefe estão, ainda, outras diversas atividades, entre elas o Fórum Social das Resistências, em Porto Alegre (21 a 25 de março); uma mobilização no Dia Nacional do Aposentado em todo o país (24 de janeiro), um ato na Câmara dos Deputados, em Brasília (12 de fevereiro); bloco na rua no Carnaval 2020 (21 de fevereiro); mobilização em todo o Brasil no Dia Internacional das Mulheres (8 de março); e ações no Dia Internacional das Trabalhadoras e dos Trabalhadores (1 de maio).

Desinformação

Houve, ainda, análise de conjuntura com a leitura de um texto do Cientista Político da Universidade Federal de São Paulo Daniel Cara. O professor trata da resistência aos ataques que o bolsonarismo promove contra a Educação no Brasil. Na sequência, os presentes debateram temas de interesse das/os servidoras/es e das/os profissionais da Educação em geral. Foram destacadas as seguidas medidas do Governo Federal para desviar o foco das denúncias de irregularidades em que a equipe econômica e a família do presidente Bolsonaro estão envolvidas.

Além disso, foi lembrado que o bolsonarismo promove o combate à informação utilizando-se da desinformação, com estratégias bem articuladas que permitem que fake news causem um grande impacto irreversível, mesmo que haja informação desmentindo as inverdades distribuídas. Esse movimento tem impacto direto na escola, uma vez que alunos, suas famílias e servidoras/es são alcançadas/os pela estratégia do Governo Federal. A influência e as contradições da chamada grande imprensa nesse contexto também foram lembradas.

136 View