30 de novembro de 2022
Por: Comunicação


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Clara conjugava as ações entre esses dois grupos; confira

No cenário opressor e inconfidente, após a promulgação da Lei Eusébio de Queirós, em 1850, começam a ganhar forças os movimentos abolicionistas.

Na região do Vale do Cricaré, entre os municípios de São Mateus e Conceição da Barra, uma figura muito importante ganha destaque no movimento. Trata-se de Clara Maria Rosário dos Pretos, uma jovem negra escravizada que aprendeu a ler e a escrever com as “sinhazinhas”, e era observadora e crítica à realidade. Sendo assim, sempre estava atenta aos assuntos importantes conversados pelos senhores.

Com isso, soube de uma reunião entre um grupo de abolicionistas, formado por filhos de fazendeiros, estudantes e intelectuais. Ela então juntou-se ao grupo e tinha como principal trabalho: ser o elo entre os negros que viviam em quilombos, em locais de resistência, e os abolicionistas. Ela conjugava as ações entre esses dois grupos.

Sua missão foi crucial em muitas lutas e na resistência. Ela sabia, por exemplo, onde doía nos senhores: no bolso, e umas das táticas usadas foi a queima de plantações.

Neste mês de novembro, o Sinasefe Ifes resgata histórias de personalidades que marcaram e marcam o Espírito Santo. O sindicato já divulgou materiais sobre a história de Zacimba Gaba, Lula Rocha, Rosa Maria Nascimento, dona Antônia Paneleira, Miranda e uma reportagem especial, no Dia da Consciência Negra, sobre a atuação de servidoras/es nos Neabis do Ifes. Acompanhe o sindicato nas redes sociais e confira!

 

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