29 de outubro de 2021
Por: Comunicação


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O número é o recomendado pela OMS para o retorno seguro de atividades presenciais. Base aprovou a convocação de uma assembleia geral após a marca ser atingida

Nessa quarta-feira, 27, a base do Sinasefe Ifes aprovou, em assembleia geral, a manutenção da greve sanitária até que o percentual de imunização da população capixaba, de ao menos 70%, conforme recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS), seja atingido. Os servidores e servidoras também aprovaram a convocação de uma assembleia para discutir a situação quando a marca for alcançada.

Conforme o monitoramento de vacinação disponibilizado no site ‘Vacina e Confia’, do Governo do Estado, até o momento 63% da população capixaba está imunizada.

A realização do encontro após a taxa de imunização ser atingida se dará pois, quando a greve foi deflagrada, o sindicato já havia entendido, a partir dos indicadores dos órgãos de saúde, que esse seria o percentual mínimo para um retorno seguro e, por isso, será feita uma análise da situação. Contudo, mesmo que os 70% sejam alcançados, é importante ressaltar que o sindicato continuará atento ao cumprimento dos protocolos de segurança sanitária em cada campus e, caso sejam observadas falhas ou descumprimento, o sindicato poderá realizar ações locais, avaliando cada situação.

Também foi aprovada a realização de uma assembleia local em Barra de São Francisco no dia 16 de novembro para tratar do retorno presencial no campus, previsto para o dia 22 do mesmo mês. Conforme apontado na assembleia, o campus não dispõe de condições sanitárias suficientes para o retorno, o que tem preocupado a comunidade acadêmica local.

Além de tratar da greve sanitária, a assembleia aprovou a indicação do servidor Clério Guaitolini como representante da base na 169ª Plena do SINASEFE, que será realizada no dia 6 de novembro. O servidor Thalismar Gonçalves foi eleito como suplente.

Registro de ponto

A assembleia também discutiu o registro de ponto. Há uma preocupação da base quanto ao corte do ponto para os servidores e servidoras que aderiram ou irão aderir à greve sanitária. O jurídico ressaltou que, historicamente, o Ifes não realiza o corte do ponto para os profissionais que aderirem ao movimento paredista, e que, na greve sanitária, não há uma suspensão do trabalho. Desse modo, não existe razão para o não pagamento dos profissionais.

Diferente de outras greves, na sanitária, os servidores e servidoras não cessam as atividades, mas sim as realizam de forma remota, conforme vem acontecendo desde o início da pandemia.

Outro ponto levantado é que o servidor e a servidora deve registrar a “Ocorrência Especial – Greve Sanitária” no ponto e inserir a observação “Realizando Trabalho Remoto”. A ocorrência é uma conquista do Sinasefe Ifes para a categoria. O registro só foi criado pelo Ifes após pressão do sindicato.

Inicialmente, o Instituto recomendava aos profissionais que aderissem à greve sanitária deveriam usar a “Ocorrência Especial – Movimento Paredista 2021”. Contudo, a orientação do sindicato era que o/a trabalhador/a deveria utilizar o Código 387 – TRABALHO REMOTO COVID – 19, e para as/os docentes REGISTRAR DE ACORDO COM O PIT, com a observação “Realizando Trabalho Remoto”. Clique aqui e saiba mais.

Clique aqui e tire suas dúvidas sobre a greve sanitária.

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