2 de maio de 2019
Por: Comunicação


Sindicato armou tenda na Praça Costa Pereira, distribuiu cartilhas sobre a contrarreforma da previdência e recolheu assinaturas para o abaixo-assinado contra a proposta do governo Bolsonaro

Nessa quarta-feira, 1º de Maio – Dia Internacional da Trabalhadora e do Trabalhador, a direção do Sinasefe Seção Ifes aderiu ao movimento nacional unificado das centrais sindicais em defesa da aposentadoria.

A CSP-Conlutas, central sindical à qual o Sinasefe Ifes é filiado, foi uma das centrais que convocou trabalhadores e trabalhadoras para realizarem atividades em repúdio à proposta de reforma da previdência do governo Bolsonaro.

E também em defesa da construção da Greve Geral, no dia 14 de junho.

Em solo capixaba, atividades culturais, debates sobre a conjuntura nacional e internacional, recreação infantil e barracas agroecológicas fizeram parte da programação, na Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória.

A direção do Sinasefe Ifes armou uma tenda na praça e distribuiu cartilhas sobre as mudanças da “contrarreforma”, que visa beneficiar banqueiros e grandes empresários. No local, o sindicato também recolheu assinaturas para o abaixo-assinado contra a reforma.

“O Sinasefe compartilhou panfletos e cartilhas para os presentes na atividade. As publicações possuem o objetivo de explicar as mudanças para a população e como elas serão severas para o trabalhador”, disse a coordenadora de comunicação do Sinasefe Ifes, Cristina Mota Damasceno.

Cartilha

A cartilha distribuída pelo Sinasefe Ifes, intitulada de “A Contrarreforma dos Banqueiros e do Governo Bolsonaro acaba com a Previdência Social. Diga Não à Capitalização” denunciou o objetivo da reforma que é forçar o brasileiro/a a adquirir planos de previdência privada e o regime de capitalização. O material foi produzido pela Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) e pelo Instituto Genildo Batista (IGB),

Clique aqui e confira a cartilha.

Aposentadas na luta!

As coordenadoras do Sinasefe Ifes Lucia Helena Pazzini e Norma Pignaton Recla Lima, que são aposentadas, fizeram questão de fortalecer o grande dia de luta.

“A reforma atingirá principalmente os mais pobres. Temos que fortalecer a luta contra esse projeto do governo que quer retirar direitos históricos dos brasileiros”, convocou Lucia.

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